quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Porque Eu Odeio Religião


Gente boa, não é meu costume postar vídeos, mas este eu resolvi compartilhar com vocês, pois creio que da mesma forma que edificou minha vida, tenho certeza que também vos edificará. Esses questionamentos do Mark Driscoll, apenas confirmou tudo o que eu pensava a respeito, até mesmo quando estava com os 2 pés soterrados na lama da religião.


Assistiu? E aí, preciso acrescentar mais alguma coisa? (rs) Como é bom ter a sensação de que as algemas saíram de nossas mãos, e hoje, podemos desfrutar dessa liberdade maravilhosa chamada GRAÇA DE DEUS. Não é verdade?
Ah! Comentários são sempre muito bem vindos. [:D]


Em Cristo, que permitiu que o véu fosse tirado de nosso coração, e refletiu em nossa face descoberta, a glória do Senhor.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Uma Porta grande que se abre e outras menores que se fecham.

"Porque uma porta grande e eficaz se me abriu; e há muitos inimigos"
 1ª Coríntios 16:9

Particulamente, eu não tinha noção do tamanho do incômodo que eu estava causando quando decidi abrir mão de tudo aquilo que me prendia dentro da religião, daquela visão pequena e limitada do Reino de Deus.

Quando assumi minha nova postura, de não ser mais um manipulado religioso, dei minha cara a tapa, ciente de que, seria excomungado, esculachado e ridicularizado por aqueles que não abririam mão de sua sede pela fama, riquezas e pecados.

O interessante, que o velho Sérgio, aquele que outrora era considerado um pregador itinerante dentro de um contexto pentecostal, era paparicado, e sempre tinha seu ego amassageado por aqueles que o consideravam um tipo de exemplo nesse meio. Afinal, seguia todas as regras evangélicas e religiosas. Me formei no seminário ainda muito jovem, me casei dentro dos padrões religiosos, e, particulamente, não tinha sequer uma mancha no meu caráter cristão.

Tinha convites para está pregando praticamente todos os dias. Em congressos e mais congressos, e quanto mais pregava, sentia que dentro de mim, faltava algo que ainda não era o primordial. Me sentia como uma lata vazia, que fazia muito barulho, bonito até por fora, mais por dentro seco e vazio.
Quando fui alcançado pela Graça Irresistível de nosso Pai Celestial, e entendi de verdade o que era desfrutar da liberdade para que Cristo havia me chamado, logo, cheguei a conclusão, que minhas mensagens e preleções, não passavam de mero sensacionalismo para apenas satisfazer o público que precisava de um animador de púlpito para se sentirem ungidas e poderosas, e assim, "pisarem na cabeça do capiroto".

Eu era uma espécie de frentista espiritual, que era convidado para abastecer os "carros" daqueles que estavam ali para buscar "pudê de G-zuzes".E pasmem, quanto mais famoso o frentista fosse, e se ele gritasse, pulasse e desafiasse o diabo, maior seria o show de poderes extraordinários naquele congresso.

Bom, quando a porta da Graça escancarou-se para mim, obviamente me desvinculei de todo esse sensacionalismo. Minhas mensagens e preleções não eram mais as mesmas, não sabia mais falar de outra coisa que não estivesse relacionado aos Evangelhos. E esses tipos de mensagens não causam sensacionalismo entre a cristandade. Não são temas de grandes congressos. Foi aí que os convites pouco a pouco foram desaparecendo. Não só eles, mais também as saudações típicas como: "Paiz du Sinhô, irmão", também deram lugar apenas a um "olá" sem nenhuma emoção.

Quando resolvi entrar de vez nesta porta chamada GRAÇA, e pregar contra as obras da Lei que englobam toda essa religiosidade medíocre, até os "olás" sem emoção, deram lugares ao desprezo, ao ponto de ver aqueles que anteriormente me chamavam de ministro, "doutô em tiologia", atravessarem a rua para não cruzarem com alguém tão insignificante como eu.

As portas foram se fechando uma a uma, não que eu tivesse o interesse de que elas continuassem abertas, pois, qualquer oportunidade que tivesse para falar da Graça, eu jamais recusaria, mais elas se fecharam porque os fariseus não suportam serem chamados de sepulcros caiados ou de raça de víboras.
Hoje, tenho a consciência que uma porta grande e eficaz se me abriu, e que entre ela, existem muitos inimigos. Mais quando olho apenas para a porta aberta, não consigo reparar nos adversários. Pois, esta porta escancarada, me constrange muito. Consome todo o meu tempo e minha atenção. Não consigo centralizar meu pensamento em outra coisa que não esteja relacionado a ela.

Vou seguindo o exemplo do meu Mestre Jesus, deixando com que os mortos enterrem seus próprios mortos,  levando a cada dia minha cruz e seguindo seus passos.

Em Cristo, que nos advertiu dizendo: "Felizes são os que sofrem perseguições por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus." (Mateus 5:10)